7 de ago de 2017

[Resenha] Alys: Elemento Alpha, de Priscila Gonçalves

Hoje trago a resenha de mais uma autora nacional chegando ao mercado. Livro de estreia de Priscila Gonçalves, Alys: Elemento Alpha é uma aventura young adult ambientada num mundo que mistura magia e tecnologia.

Num futuro alternativo, o surgimento de metais mágicos remodelou a sociedade e também as próprias pessoas. Nesse cenário, Alys é uma adolescente levando uma vida reclusa por conta de seu pai super-protetor. Num dos raros passeios dela ao lado de seu amigo de infância Kyer, um incidente coloca um exército de seres mágicos perigosos no seu encalço e de seus entes queridos, tudo por causa de uma antiga profecia da qual ela é peça-chave.

Meu interesse pelo livro começou quando fiquei sabendo mais detalhes da ambientação. Adoro mistura de gêneros e a autora usa muito bem esse recurso para apresentar um mundo onde dragões usam tablets e motos voadoras podem ser conjuradas magicamente (alguém precisa me ensinar esse truque, é sério).

Além de tudo, esse é um mundo com uma mitologia própria e bastante rica. A narrativa de Priscila Gonçalves é leve e acessível com um bom ritmo. É raro passar um capítulo sem que seja introduzido um novo personagem ou elemento importante. É interessante que, apesar da profecia, Alys foge do que se esperaria de uma heroína predestinada, sendo uma jovem curiosa e um pouco estabanada, sem aptidão para uma vida aventureira. Também vale destacar o melhor amigo dela: Kyer. É quase impossível não sentir empatia por ele. Outro personagem de destaque, Evan, não ganhou minha simpatia e já explico a razão.

Evan faz bullying com a Alys, é possessivo com ela e tem o hábito de espionar suas conversas particulares às escondidas. Porém, outros personagens estão sempre tentando convencer a Alys que esse comportamento é uma prova do quanto ele se preocupa com ela (preciso dizer que não vi nenhuma outra resenha comentando sobre isso, então considerem essa como uma visão bem pessoal minha).

Felizmente, essas questões não chegam a ser um problema e estão longe de atrapalhar a experiência da leitura desse livro.

Com uma boa narrativa, uma protagonista cativante e um mundo original, Alys: Elemento Alpha é uma boa pedida para quem procura uma aventura leve e divertida.

Autora: Priscila Gonçalves
Páginas: 354
Ano: 2017
Editora: Pendragon

13 de jul de 2017

[Resenha] Star Wars: Ahsoka, de E.K. Johnston

Se existe uma prova da força do universo expandido de Star Wars, é Ahsoka Tano, personagem que se tornou extremamente popular entre os fãs da franquia mesmo sem nunca ter aparecido em nenhum dos filmes. Nosso primeiro contato com ela foi como a jovem aprendiza de Anakin Skywalker na excelente série animada Clone Wars (que eu falei aqui). Mais tarde, vamos reencontra-la em Rebels, já adulta e uma das guerreiras mais poderosas da galáxia.

Escrito pela autora E.K. Johnston, o livro Star Wars: Ahsoka se passa após o filme A Vingança dos Sith. Mais precisamente, a história começa quando a ascensão do império completa um ano.

Tendo sobrevivido ao extermínio dos jedi, Ahsoka agora vive atormentada pelos sentimentos de derrota e solidão. Caçada pelas forças imperiais, busca refúgio num mundo rural afastado. Logo se estabelece como mecânica e se afeiçoa às irmãs Kaeden (que se apaixona por Ahsoka) e Miara, e também ao círculo de amigos das duas. Porém, a rotina pacata de Raada é perturbada pela chegada repentina do império, numa missão comandada pelo Sexto Irmão Inquisidor. Se quiser proteger seu novo lar da opressão imperial, ela precisará reencontrar seu espirito de luta.

Com uma narrativa young adult, Star Wars: Ahsoka se diferencia de outras obras da franquia. Temos uma cota de lutas e naves espaciais, porém o tom é menos épico e mais intimista. A autora faz um ótimo trabalho mergulhando na mente de Ahsoka e explorando seus sentimentos e o estresse pós-traumático, além de amadurecer a personagem sem perder sua essência.

Senti falta de mais descrições físicas dos cenários e personagens, afinal de contas, o universo Star Wars sempre teve um imenso apelo visual. Também achei que há uma ligeira pressa na resolução de certos confrontos. Por outro lado, o ritmo narrativo é muito bom e a autora acerta ao manter a trama focada, entregando uma leitura divertida e descompromissada.

Um livro recomendado para quem curte ficção cientifica e Star Wars, e é claro, para os fãs de Ahsoka Tano. É importante lembrar que esse livro ainda é inédito no Brasil, mas deve chegar em breve.

1 de jul de 2017

[Sorteio] Aniversário de 1 ano do blog Leitura Descontrolada

Olá queridos leitores!

         É com grande prazer que vamos comemorar juntinho a vocês o mês de aniversário do blog Leitura Descontrolada. No dia 14 de Julho faz exatamente um ano que a Michele resolveu transformar um dos seus sonhos em realidade e a partir de então compartilhar opiniões acerca do mundo literário através dos livros que lê!

        E claro que no mês de aniversário, quem ganha são vocês leitores que ajudaram esse cantinho crescer a cada dia, dando forças através de seus comentários e participações! Para tal, nos reunimos com diversos blogs amigos, autores parceiros e também editoras que se disponibilizaram a fazer parte desse grande momento. Serão sorteados 06 kits incríveis, então não fiquem de fora dessa!! Vamos às regras e logo em seguida aos formulários para participação.

REGRAS:

- Residir ou ter endereço de entrega em território nacional;
- Será apenas um vencedor para cada kit;
- O sorteio terá início hoje 01-07-2017 e término em 31-07-2017;
- O sorteio será realizado através de formulário Raffeclopter;
- A opção para "VISIT US" no facebook você deve CURTIR a página;
- Cumprir todas as regras obrigatórias, pois serão verificadas;
- Após o cumprimento das regras obrigatórias, o formulário dará as opções de regras opcionais.
- Para receber os livros digitais que serão sorteados, será necessário que o participante possua uma conta kindle;
- Para poder participar da oficina de escrita que será sorteada, será necessário que o participante tenha WhatsApp;
- O resultado será divulgado no blog e nas redes sociais em até 05 dias após o término do sorteio.
- O ganhador que preencher todos os requisitos do sorteio deve responder obrigatoriamente dentro do prazo estipulado de 05 dias após a divulgação do vencedor o e-mail solicitando os dados para envio do prêmio;
- O prazo de envio do prêmio será de 45 dias após a divulgação dos vencedores.
- O código de rastreio será informado após o envio;
O envio dos prêmios é de total responsabilidade dos participantes do sorteio;
- Não me responsabilizo por extravios ou danos causados pelos Correios. E reenvios serão por conta do ganhador.
- Este sorteio é de caráter recreativo/cultural, conforme item II do artigo 3º da Lei 5.768 de 20/12/71 e dispensa autorização do Ministério da Fazenda e da Justiça, não está vinculada à compra e/ou aquisição de produtos e serviços e a participação é gratuita.






QUE A SORTE ESTEJA SEMPRE A SEU FAVOR!!

17 de jun de 2017

Top 5 - O melhor da E3 2017


A edição desse ano da E3 foi curiosa. Se por um lado tivemos muitos bons jogos, por outro lado, faltou "aquela" revelação que derruba fóruns e monopoliza conversas. O que fica é o fato de que tem muita coisa boa vindo por aí.

Quem me acompanha nas redes sociais, especialmente no Twitter, deve ter me visto comentar bastante durante as conferências. Esse ano, decidi fazer algo diferente e pela primeira vez, vou listar os 5 games que mais me empolgaram.

5 - Anthem


Nova franquia da Bioware, Anthem teve dois trailers na E3, sendo que um deles foi um gameplay mostrando um mundo belíssimo, que combina máquinas gigantes, feras soltas na natureza, vilas retrô e armaduras modernosas. Uma boa chance para a Bioware se recuperar do tropeço de Mass Effect: Andromeda.

4 - Far Cry 5


Pelo que foi apresentado, Far Cry promete trazer sua mecânica tradicional, com algumas melhorias. O que realmente me chama a atenção nesse jogo é a proposta de mostrar uma "seita" ultraconservadora no coração dos Estados Unidos. Nada mais atual.

3 - God of War


Nunca fui um grande fã da franquia God of War, mas fiquei muito curioso desde o anúncio deste game, e o que foi mostrado na E3 apenas aumentou minha curiosidade. A mecânica de jogo clássica da série foi colocada de lado em prol de um tipo novo de gameplay e uma história mais intimista, mostrando o relacionamento de Kratos com seu filho.

2 - Assassin's Creed Origins


Eis aqui uma das minhas franquias favoritas. Origins vem com a proposta ousada de reinventar Assassin's Creed. Embora a furtividade e a reconstrução de períodos históricos continuem sendo o ponto alto, há muito mais elementos de RPG e as mecânicas de combate foram totalmente repensadas. Ainda cabe o registros de termos um Egito antigo sem whitewashing.

1 - Spider-Man


Desde o início, ficou claro que a proposta desse game era fazer pelo Amigão da Vizinhança, o mesmo que a série Arkham fez por Batman. E a julgar pelo gameplay espetacular mostrado na E3, a tarefa deve ser cumprida com louvor. Tudo indica que o Homem-Aranha vai finalmente ganhar um jogo à sua altura. O difícil é segurar o hype!

10 de jun de 2017

Promoção Apaixonados por Leitura


O dia dos namorados está chegando, um bom momento para mostrar o nosso amor pelos livros! Trago até vocês Apaixonados por Leitura, a maior promoção já feita aqui no blog.

Durante os dias 12, 13 e 14 de junho, meus livros digitais vão estar disponíveis gratuitamente na Amazon! Aproveitem sem moderação e compartilhem com os amigos!



5 de jun de 2017

[Resenha] Leviatã Desperta, de James S. A. Corey

Leviatã Desperta é o primeiro volume da série de ficção cientifica The Expanse, escrita por dois autores: Daniel Abraham e Ty Franck sob o pseudônimo James S. A. Corey. Li esse livro em inglês, antes de ser lançado no Brasil, por isso vou manter os termos de acordo com a versão original.

A trama de Leviatã Desperta se passa alguns séculos no futuro e, embora ainda não existam viagens interestelares, todo o Sistema Solar foi colonizado. Nesse cenário, existem duas forças dominantes em constante tensão: a Terra e as colônias marcianas. Além destes, uma terceira facção vem ganhando força: a OPA (Outer Planets Aliance), organização que comanda o Cinturão de Asteroides, onde vivem os Belters, cuja sociedade foi erguida em estações espaciais e em cidades construídas no interior dos asteroides maiores.

O livro acompanha duas tramas paralelas: no asteroide Ceres, o detetive John Miller aceita a tarefa de encontrar uma jovem desaparecida chamada Julie Mao, a filha rebelde de um dos homens mais ricos do Sistema Solar. Ao mesmo tempo, no espaço, uma nave cargueira é alvo de um ataque e apenas cinco membros da tripulação conseguem escapar: o imediato James Holden, a especialista em comunicações Naomi, o mecânico Amos, o piloto Alex, e Shed, um médico.

Enquanto busca respostas para o que aconteceu com sua nave, Holden torna-se acidentalmente o pivô de um evento que deflagra uma guerra entre Terra e Marte. O confronto, no entanto, pode não passar de um subterfúgio para esconder um segredo capaz de abalar o Sistema Solar.

Olhando assim, o cenário de Leviatã Desperta parece demasiadamente complexo, mas as intrigas políticas ficam em segundo plano na maior parte do tempo, favorecendo cenas de ação e tensão que vão de tiroteios a confrontos de naves espaciais, em cenas que evocam, hora Star Wars, hora Star Trek.

Esse livro é um dos melhores exemplos de narrativa cinematográfica que já vi. O ritmo é rápido e as reviravoltas são constantes. Os capítulos acompanham alternadamente os pontos de vista de Holden e Miller, personagens que não poderiam ser mais diferentes. Holden é um cowboy do espaço: jovem, idealista, temerário e metido a conquistador. Já Miller é um detetive noir: veterano, amargo e de espírito quebrado. As sequências em que os dois estão juntos são as melhores do livro.

Um defeito é o fato dos personagens serem um tanto arquetípicos. Ainda assim, a construção de mundo e a trama interessante ofuscam esse ponto negativo.

Leviatã Desperta é um livro muito divertido que eu recomendo, especialmente para os fãs de ficção cientifica. Cabe ressaltar que a série The Expanse ganhou uma adaptação para a TV disponível na Netflix. O trailer está aí embaixo.

Autor: James S. A. Corey
Lançamento: 2017
Páginas: 448
Editora: Aleph

29 de mai de 2017

Tag literária: Eu nunca...


Não costumo postar brincadeiras de tags por aqui, mas gostei dessa que vi no blog Minhas Escrituras, da colega Diana Canaverde. Quem quiser brincar também, não deixe de me marcar.

1. “Eu nunca li isso”Um livro que você não leu, mas que aparentemente todo mundo já.


Boa parte dos meus amigos já leu e sempre vejo críticas positivas sobre ele. Acho até que eu gostaria se lesse, mas de uns tempos para cá não tenho curtido livros de fantasia medieval mais tradicionais.

2. “Eu nunca li algo tão maravilhoso” – O seu livro favorito.


Aí está um ótimo exemplo de um livro de fantasia que rompe paradigmas. Não se destaca por batalhas épicas, cenários além da imaginação ou elementos fora do comum. O grande destaque aqui são os personagens, em especial o nosso herói bastardo: FitzCavalaria Visionário.

3. “Eu nunca imaginei que conseguiria terminar isso” – Um livro ou uma série que você não curtiu, mas foi até o fim.



Sempre ouvi falar muito bem, só que quando fui ler me decepcionei. Não que seja de todo mau, mas acabei lendo até o fim só por curiosidade mesmo.

4. “Eu nunca vou terminar isso” – Um livro ou uma série que você abandonou.


Adoro essa série! A escrita é ótima, a narrativa tem um ritmo envolvente e o mundo criado pelos autores é sensacional. Terminei os três primeiros volumes satisfeito. Então fiquei sabendo que a série ia ser prolongada até o volume 9. É demais pra mim, já basta os livros do Martin.

5. “Eu nunca vou me arrepender de ter lido isso” – Um livro que você leu por recomendação de alguém e acabou gostando.



Peguei essa recomendação com a Domenica Mendes do Leitor Cabuloso, e foi uma bela dica! Excelente triller policial, mas também é um livro muito denso e pesado, por conta dos problemas psicológicos da protagonista.

6. “Eu nunca quero ter que admitir que li isso” – Um livro que você tem vergonha de ter lido ou de ler em locais públicos.



Um ótimo livro de um dos meus autores favoritos. Está aqui porque o Follett pesou a mão mais do que o necessário nas cenas de sexo. Não tenho problema com cenas de sexo, mas aqui elas chegam a ser pornográficas em alguns momentos.

7. “Eu nunca li algo tão fofo” – Um livro que tocou seu coração.



Adorei demais essa leitura. É um romance pé no chão e bem gostoso, temperado com quadrinhos dos X-Men e Watchmen.

8. “Eu nunca ri tanto” – Um livro que te fez rir alto.



Dos livros do Jô Soares, esse é de longe o meu favorito. Com um vilão impagável e um herói super cara-de-pau.

9. “Eu nunca teria sobrevivido minha infância sem ter lido esse livro” – Um livro favorito da sua infância.



Esse tópico dispensa comentários. A turminha é sempre a turminha. Para vocês terem uma ideia, antes de ir para a escola eu já tinha aprendido a ler com as revistas da Turma da Mônica.
Os quadrinhos Disney ocupam o segundo lugar no meu coração. Um detalhe é que o universo retratado nessas HQs é bem diferente do que se vê nos desenhos animados. Adoro!

25 de mai de 2017

Parcerias

Estou aceitando parceria com blogs que desejem fazer a resenha de algum dos meus livros. Os interessados, entrem em contato através do meu perfil no Facebook ou pelo e-mail: joedelima.blog@gmail.com

15 de mai de 2017

Top 5 - Melhores filmes baseados em games

Filmes baseados em games existem aos montes. Muito mais do que a gente imagina num primeiro momento. O que não é novidade para ninguém é que a maioria dessas adaptações são de qualidade pra lá de duvidosa, indo desde grandes fiascos até produções de oitava categoria.

Fazer uma lista de adaptações ruins é uma tarefa das mais fáceis. O difícil é encontrar diamantes no meio desse mar de bijuterias. Tanto que mesmo os filmes desse Top 5 estão longe de serem unanimidades.

Lembrando que o principal critério desse ranking é unicamente o meu gosto pessoal, mas fique a vontade para deixar a sua opinião :D

5 - Mortal Kombat (1995)


Dirigido pelo famigerado Paul W. S. Anderson - numa fase pré-Milla Jovovich - Mortal Kombat pode até parecer lento para os padrões atuais, mas na época suas sequências de luta conseguiram chamar a atenção, assim como as locações, além da música-tema mais épica de todos os tempos! Apesar do roteiro simples e da ausência da violência característica de MK, o filme conseguiu agradar parte dos fãs, levando a melhor na comparação com o imperdoável Street Fighter: A Batalha Final, lançado um ano antes.

4 - Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo (2010)



Adaptação de uma das séries mais cult dos games, Príncipe da Pérsia tinha tudo para dar certo: um elenco de renome, boa direção e ótima produção. Ainda assim, o filme não emplacou na bilheteria e qualquer chance de uma continuação foi engavetada. Uma pena, pois se trata de uma aventura bem redonda, que vale uma sessão com toda a família.


3 - Kingsgslaive: Final Fantasy XV (2016)


Desenvolvido em segredo até as vésperas de seu lançamento, Kingsglaive tem um elenco de dublagem de peso e consegue, não só contar uma história ligada ao universo de Final Fantasy XV, mas também entrega um filme fechado, com começo, meio e fim. Dessa forma, é possível curtir o longa mesmo sem saber nada dos jogos. Kingsglaive perdeu alguns pontos com os fãs por ter uma trama simplificada em comparação com os games. Apesar disso, não deixa de ser um bom filme de ação, com sequências de tirar o fôlego.

2 - Assassin's Creed (2016)


Adaptação de uma das franquias mais populares da atualidade, Assassin's Creed recebeu reações mistas, tanto do grande público quanto dos gamers. O filme lida muito bem com as limitações de orçamento e, apesar de não ser perfeito, é bem divertido. Umas das poucas adaptações que conseguiu receber boas críticas dos jogadores e também de quem não conhece os games.

1 - Need for Speed (2014)


Curiosamente, o primeiro colocado dessa lista é o filme que menos se parece com um game. Need for Speed apresenta um ótimo equilíbrio entre cenas de ação (muito bem dirigidas) e humor. Apesar de não ter sido um sucesso estrondoso, a produção conseguiu boas bilheterias e pode ganhar uma continuação ou um reboot. A maior dificuldade para essa série nos cinemas é a concorrência quase desleal com a gigantesca franquia Velozes & Furiosos.

5 de mai de 2017

Serviços


Estou oferecendo dois tipos de serviços: leitura beta e diagramação. São serviços com prazos diferentes e preços diferentes. Abaixo vem uma descrição mais detalhada deles.

Para solicitar um orçamento ou tirar alguma dúvida, entre em contato pelo meu e-mail (joedelima.blog@gmail.com), pelo Facebook ou pelo Twitter.

LEITURA BETA

O trabalho de um leitor beta é fazer uma análise prévia do livro. Isso vai muito além de um simples "gostei" ou "não gostei". O que o beta faz é observar aspectos técnicos: narrativa e desenvolvimento do enredo, desenvolvimento de personagens, coesão, criação de mundo, construção de frases... em resumo, ajudar a obra a ter mais consistência.

Outro ponto que é preciso destacar é que se trata de uma análise de construção do texto e não uma revisão ortográfica.
  • o orçamento é baseado em laudas de 2.100 caracteres (com espaços)
  • o prazo para fazer a betagem depende do tamanho do livro:
          - até 15 dias para textos com 50 mil palavras ou menos
          - até 30 dias para textos com mais de 50 mil palavras
  • além de obras completas, também faço betagem de trechos menores, a partir de 10 páginas.

DIAGRAMAÇÃO DE EBOOKS

Diagramar é ajustar o layout das páginas do livro: margens, espaçamento, índice, imagens e tudo mais. Finalizando o serviço, entrego o arquivo em diferentes formatos e pronto para ser publicado na Amazon e outras plataformas online.
  • o orçamento é baseado em laudas de 2.100 caracteres (com espaço)
  • o prazo de entrega é de até 7 dias

24 de abr de 2017

[Tem na Netflix] O povo contra O.J. Simpson

Certas histórias reais parecem saídas diretamente da ficção. É o caso da queda de O.J. Simpson, considerado um dos melhores jogadores de futebol americano da sua geração e co-estrela da impagável série de filmes Corra Que a Polícia Vem Aí. Mas o que mais marcou sua trajetória foi a acusação ter cometido duplo homicídio, assassinando sua ex-esposa e o namorado dela.

Na metade dos anos 1990, a prisão e o julgamento de O.J. ganharam uma proporção nunca antes vista, monopolizando noticiários e rodas de conversa nos Estados Unidos e sendo notícia até mesmo no Brasil. Em 2016, essa história foi o tema da primeira temporada da série American Crime Story (não confundir com American Crime, que é um show diferente).

A série se destaca pela excelente produção e direção e consegue mostrar os inúmeros pontos de vista do caso sem tomar partido. As atuações são outro forte e o elenco conta com vários nomes de peso, incluindo Cuba Godding Jr. (que está maravilhoso como O.J. Simpson), Sara Paulsen, John Travolta, David Schwimmer e outros, além de participações especiais ilustres, como Penélope Cruz e Jordana Brewster.

Além de ser um interessante retrato de um caso tão conhecido, O povo contra O.J. Simpson também é um ótimo drama de tribunal.

20 de abr de 2017

[Resenha] O Grimório das Bruxas, por vários autores

Há muito tempo um grimório se perdeu nas Eras. Nele, além das receitas das bruxas haviam histórias sobre feiticeiras boas e outras terríveis. O grimório foi encontrado e agora está ao seu alcance. Tome cuidado, pois ao ler essa história sua mente será visitada por cada criatura mencionada nele...

O Grimório das Bruxas é uma antologia com a participação de 11 autores, incluindo a amiga e parceira do Mundo Literário, Márcia Lopes. O tema da antologia, obviamente, são bruxas. Mas apesar do tema pré-definido, fica claro que cada participante teve liberdade para criar qualquer tipo de história.

No livro temos contos ambientados na Inquisição e outros que se passam nos dias atuais, histórias de terror e de romance, narrativas adolescentes e adultas. Os estilos narrativos também são os mais variados. Essa mescla garante que a leitura não seja cansativa, mesmo tendo um tema em comum.

Quero destacar alguns dos contos que mais me chamaram a atenção. Proteja Meu Filho, de G. A. Zimath é uma história curta e muita bem contada, com um estilo que remete aos contos de H. P. Lovecraft. A Última Curva, de C. David apresenta uma narrativa envolvente em ritmo de cinema. Caça às Bruxas, de Jéssica Cardoso de Oliveira é uma belíssima narrativa poética em tom de fábula. A Última Conexão, de Márcia Lopes tem um foco menos no sobrenatural e mais numa trágica história de amor.

O livro começa com um prefacio muito interessante escrito por Gabriela Rodrigues. Uma ótima sacada é que entre cada conto há receitas de feitiços. Se funcionam, não sei dizer (quem testar, me avise). Visualmente, a obra é maravilhosa, com belas ilustrações em estilo xilogravura e pinturas que ajudam a entrar no clima. O único senão é o cabeçalho dos títulos, que acaba dificultando a leitura do nome do conto.

Encontrei um probleminha de revisão aqui e ali. Na maioria dos casos, esses errinhos não chegam a prejudicar a leitura, à exceção do conto Os Bruxos de Alcoa, de Suka P, onde a falta de uma revisão adequada realmente compromete a leitura. Uma pena, pois com o devido polimento seria um bom texto. Os autores me disseram que vão corrigir esses problemas.

Num balanço final, recomendo bastante a leitura dessa ótima antologia.


- Autores: Gabriela Rodrigues, Gabriel Casanova, Jonnata Henrique, Douglas Ferreira, G.A.Zimath, Suka.P, C.David, Jéssica Cardoso de Oliveira, Marcia Lopes, Daniel de Santana Pelotti, Breno Vieira e Leonardo Geranio
- Páginas: 202
- Lançamento: 2017
- Editora: Corvo

17 de abr de 2017

[Audioconto] "A Senhora da Lua" no Desleituras


Mais um conto meu é destaque no podcast Desleituras. Dessa vez é um conto de terror chamado A Senhora da Lua. Originalmente, criei esse conto para um concurso da agência Wolfpack. O texto não foi aprovado, mas o Desleituras o recebeu de braços abertos.

Para quem ainda não conhece o projeto, é uma série de audiocontos criada pelo meu amigo Pensador Louco. A maioria dos contos traz apenas o próprio Pensador como narrador, mas esse episódio recebeu um tratamento especial com dramatização completa, com participação de um ótimo elenco.

10 de abr de 2017

Dragão de Gaia, por Joe de Lima

Olá para todos! Trago hoje para vocês meu novo livro: Dragão de Gaia.

O livro é uma obra de ficção cientifica, e vem realizar um antigo sonho meu de contar uma história sobre viagem espacial. Trata-se de um projeto em volume único, com 215 páginas. Me diverti muito escrevendo e espero que tenham a mesma diversão lendo.

O livro já está disponível em formato ebook na loja Kindle e também impresso na Amazon e no Clube de AutoresSeguem a sinopse e os links.

Boa leitura!

"Orbitando o planeta Proxima III, Gaia é uma lua cheia de verde e de vida. Sob a organização da Iniciativa Gaia, a lua é uma imensa reserva ambiental, onde plantas e animais em risco de extinção podem viver livres e prosperar. Uma espécie, porém, precisa da ajuda da Iniciativa: os dragões.

Seguindo os passos de sua falecida mãe, o casal de irmãos Ayla e Luca Teoh decidem reunir uma tripulação e partir numa viagem para um planeta distante, onde esperam encontrar um dragão vivo, e levá-lo para a reserva. Pelo caminho, Ayla e Luca encontram inteligências artificiais, planetas oceânicos, animais raros e mundos diferentes, mas que ao mesmo tempo são semelhantes.

À bordo da nave Hermes, os Teoh vão partir numa jornada envolvente, que remete à Era de Ouro da ficção cientifica."




3 de abr de 2017

Trilha sonora: Dragão de Gaia


Mantendo a tradição, vou compartilhar aqui as músicas que me ajudaram a encontrar a inspiração certa para escrever Dragão de Gaia.

1. Nena - Starman
É o tema do livro. Ok, esse hit do David Bowie é um lugar-comum para histórias com temática espacial, mas fiquei apaixonado por essa versão da cantora alemã Nena. Aqui tem a letra. O filme dessa montagem é o clássico do Cinema em Casa também chamado Starman.


2. Rádio Taxi - Eva
Não tenho uma cena especifica, mas ouvir esse clássico nacional me dava um clima de nostalgia que tentei colocar nas páginas em algumas passagens.


3. Aerosmith - Fly Away From Here
Uma das minhas músicas favoritas de uma das minhas bandas favoritas. Essa trilha me ajudava a pegar o clima para cenas com os Teoh voando por aí e chegando a novos lugares.



4. Sheryl Crow - Good is Good
Uma música bem gostosa de ouvir, é o tema dos pares românticos do livro.



5. Jerry Goldsmith - Star Trek Voyager Theme
Voyager é a minha série de Jornada nas Estrelas favorita depois da clássica. Esse seria o tema da nave Hermes, principalmente em seu primeiro voo.



6. Hans Zimmer - Interstellar Theme
O filme Interestelar foi uma grande referência para esse livro. Esse é um tema para sequências no espaço e também do capítulo 18.



7. Hans Zimmer - No Time for Caution
Outra música de Interestelar. Tema para as cenas tensas, como o buraco de minhoca e momentos de perigo.



8. Michael Giacchino - Welcome to Jurassic World
E para encerrar, uma música que seria o tema do dragão e do capítulo 33.

18 de mar de 2017

[Dicas para escrever] Os 12 passos da Jornada do Herói


Tudo culpa de Joseph Campbell. Especialista em folclore, mitologias e religiões, Campbell compreendeu que a maioria dos mitos e lendas mais populares compartilhavam diversos elementos entre si. Em 1989, ele compilou seus estudos na forma do livro O Herói de Mil Faces, e no ano seguinte lançou O Poder do Mito.

Nesses livros, Campbell organiza os elementos mais comuns às narrativas épicas na forma de doze etapas, as quais chamou de A Jornada do Herói. De lá para cá, estudar essa jornada passou a ser "obrigatório" para todos os autores de ficção. Aos mesmo tempo em que muitos (inclusive eu) veem a Jornada do Herói como uma valiosa ferramenta, não falta quem torça o nariz, considerando-a ultrapassada e repetitiva.

Abaixo estão as doze etapas da Jornada do Herói e uma breve análise sobre como ela foi utilizada em duas obras bastante populares: Matrix e Jogos Vorazes. Leia, por sua conta e risco, e tire suas próprias conclusões (para quem leu o meu Arcanista fica o desafio: conseguem apontar como cada etapa está presente no livro?).

Uma última coisa antes de começar. Ao contrário do que os críticos da Jornada - e escritores preguiçosos - possam pensar, não se trata de uma fórmula mágica, que deva ser seguida à risca. Observando obras que utilizam a Jornada do Herói não é difícil encontrar etapas sendo subvertidas ou até revertidas, e nem sempre os passos vem na "ordem certa".

28 de fev de 2017

[Resenha] O Império Final - Mistborn, de Brandon Sanderson

Mistborn: Nascidos das Brumas é uma das séries de literatura fantástica mais conceituadas da atualidade, muito disso graças a coragem do autor Brandon Sanderson em romper com vários paradigmas do gênero de fantasia.

Para começar, em lugar da ambientação medieval tradicional, temos um cenário vitoriano com elementos de distopia. Nesse mundo, governado com mão de ferro pelo Senhor Soberano, famílias tradicionais oferecem bailes pomposos que servem de palco para intrigas, enquanto a classe pobre vive num estado de semi-escravidão. 

Como era de se esperar, movimentos rebeldes tentam se levantar. Um deles é liderado por um alomântico chamado Kelsier, o único homem a escapar com vida de uma mina de trabalhos forçados. Carismático e cheio de confiança, Kelsier nutre um ódio pessoal contra o Senhor Soberano e para destroná-lo reúne um grupo de figuras tão excêntricas quanto ele próprio, com destaque para sua nova aprendiza, Vin. Criada nas ruas, Vin se acostumou a viver sozinha e a não confiar em ninguém, mas agora que faz parte da gangue, tem de aprender a se passar por uma jovem dama da alta sociedade.

Como disse no paragráfo acima, Kelsier é um alomântico, assim como Vin. A alomancia é a magia desse mundo, e aqui Sanderson inovou mais uma vez, trazendo algo diferente do tradicional. Os alomânticos possuem diversas habilidades especiais: empurrar e puxar objetos metálicos com a mente, aumentar sua força e sentidos e até influenciar as emoções de outras pessoas. São dez poderes no total, cada um abastecido por um metal especifico que os alomânticos precisam engolir.

E embora o autor tenha realmente se dedicado a criar um cenário inovador, o ponto alto de O Império Final está no carisma de seus personagens, em especial os dois protagonistas, Kelsier e Vin. É difícil não se sentir cativado por essa dupla e pela relação disfuncional de pai e filha que os liga.

Com um estilo mais focado nas ações que descrições, o livro tem uma narrativa dinâmica e bem direta, prendendo a atenção do leitor. Com certeza, uma ótima pedida para os fãs de literatura fantástica, que também pode agradar quem não curte tanto o gênero.

Autor: Brandon Sanderson
Páginas: 608
Ano: 2014
Editora: LeYa

15 de fev de 2017

[Tem na Netflix] Star Wars: The Clone Wars

"Há muito tempo atrás, numa galáxia distante..."

Jedi, Sith, stormtroopers, droides, a Força... Sim, hoje é dia de falar de Star Wars! Mais precisamente da série animada The Clone Wars.

Lançada em 2008, The Clone Wars se passa entre os filmes Episódio II: Ataque dos Clones e Episódio III: A Vingança dos Sith.

A série narra os eventos ocorridos durante as Guerras Clonicas, quando o conflito entre a República (protegida pelos Jedi) e os separatistas (liderados pelos Sith) estava no auge. Um período extremamente importante dentro do universo Star Wars, mas que tinha sido pouco explorado até então.

Ganhadora de inúmeros prêmios, sucesso entre os críticos e os fãs, The Clone Wars é muito mais do que uma mera expansão de Star Wars. A série se sustenta por suas próprias pernas, adicionando novos elementos e personagens tão icônicos quantos os vistos no cinema, incluindo figuras notáveis como Assage Ventress, Cad Bane, Saw Gerrera, os Guardiões da Força e Ahsoka Tano, a jovem aprendiza de Anakin Skywalker. 

A saga completa é composta por um longa animado que serve de prelúdio, seguido pelas 6 temporadas da série (todo esse conteúdo está na Netflix atualmente).

23 de jan de 2017

[Resenha] Segunda Chance, de Kamila Villareal

Bom, acho que não é novidade para nenhum leitor desse blog que meu tipo de leitura favorito é a literatura fantástica. Mas como autor, gosto de buscar referências em outros gêneros de vez em quando. É o caso de Segunda Chance, de Kamila Villareal, do blog parceiro Resenha e Outras Coisas.

O livro narra o romance da jornalista Diana Ferreira e do engenheiro sueco Mikael Karlström, que acabou de se mudar para o Brasil. Ele viúvo, ela ainda com a lembrança de uma relação abusiva. A princípio, os dois tem pouco contato, mas um incidente envolvendo a filha de Mikael leva a uma aproximação que incomoda as famílias de ambos.

Segunda Chance é um slice of life que conta uma história de romance mais pé no chão, sem lirismo e alegorias, mas ainda sim conseguindo-se manter como um livro leve e agradável.

A narrativa é bastante fluída e ágil e a autora descreve os acontecimentos com muito dinamismo. Embora o foco seja no relacionamento entre Diana e Mikael, há outros temas mais pesados como violência doméstica, a perda de entes queridos e até estupro, porém tudo é mostrado sem carregar no drama.

Isso mantém a leveza da leitura, mas também acaba tratando essas questões de forma superficial. Eu realmente gostaria de ter visto uma abordagem mais aprofundada de como tais experiências influenciam os personagens, principalmente Marie, que passa por um evento traumático logo nas primeiras páginas e o supera com relativa facilidade.

No entanto, essa é uma visão pessoal minha, e não é nenhum demérito para o livro, dentro da sua proposta.

Outro ponto a ser destacado é o tamanho pequeno. Com apenas 217 páginas, Segunda Chance oferece uma leitura rápida e direta, sendo uma boa pedida para quem busca um livro dinâmico e agradável.

Segunda Chance está disponível na Amazon.

Autora: Kamila Villareal
Páginas: 217
Ano: 2016
Editora: Independente

16 de jan de 2017

[Filme] Assassin's Creed


Como água e óleo, games e cinema teimam em não se misturar. A lista de adaptações de jogos para a telona é mais extensa do que parece e há mais para se lamentar do que comemorar.

Temos grandes produções que renderam filmes fracos, como Doom e Mortal Kombat; produções menores pra lá de duvidosas como The King of Fighters, Tekken e Dead or Alive; e obras imperdoáveis como Street Fighter e Super Mario Bros.

Mas existem sim, bons longas, e estes se dividem em duas categorias. Final Fantasy VII: Advent Children, Need for Speed e Warcraft tiveram seu foco nos fãs, enquanto Resident Evil e Tomb Raider optaram por jogar fora todo o material original e criar algo novo do zero.

Assassin's Creed é uma produção que busca ficar num meio termo entre essas duas abordagens, tentando ser um filme voltado para o grande público, mas respeitando suas origens. Como gamer e fã da franquia eletrônica, acredito que tenham sido bem sucedidos.

A trama acompanha a saga de Callum Lynch, um criminoso levado contra sua vontade para as instalações da Abstergo, uma organização que pretende investigar a memória genética guardada em seu DNA. A intenção é acessar informações sobre a vida de Aguilar, um antepassado de Callum que viveu durante a Inquisição Espanhola.

Apesar da premissa ser bastante semelhante aos games, o filme segue um caminho distinto, focando a história no presente (ainda que o passado tenha sua própria trama). O roteiro acerta ao não tentar comprimir a complexa mitologia dos Assassinos, focando apenas nos elementos necessários para compreender as jornadas de Callum e também de Aguilar.

O diretor Justin Kurzel encontra ótimas soluções para compensar o orçamento limitado e consegue criar uma identidade visual própria. É nas cenas de ação que as referências ficam óbvias, recriando com perfeição as acrobacias mirabolantes vistas nos jogos.

Ao mesmo tempo em que é um projeto ambicioso, Assassin's Creed funciona como uma boa diversão descompromissada. Acredito que deve agradar tanto aos gamers quanto o grande público e até consigo ver um paralelo entre esse filme e o X-Men de 2001, que abriu as portas para a invasão dos super-heróis no cinema.